domingo, 19 de setembro de 2010


Falei com um irmão que mora há mais de 30 anos em Juiz de Fora- Minas Gerais. Lá ele fez família, separou e hoje vive só, mas sempre bem acompanhado. É fumante inveterado e sem cura, segundo ele.
Ele me falou que esteve num restaurante e teve que ir fumar no frio (e chamou um palavrão) porque lá estava proibido e fazia um frio da p... dizia. Que agora, quem jogar tocos de cigarros nas ruas vai pagar multa, e que a população está no pé de quem faz isso, e que já o repreenderam. Pensei: Oba! Agora ele se toca!
Contou-me que, um dia, ia por uma rua de juiz de Fora e, alguém que fumava à sua frente, jogou um cigarro. Ele tocou no ombro do ‘infrator’ e falou: olha, bem ali tem uma lixeira!
Que bom isso, não é mesmo? Que tal, quem tem parentes fumantes em casa, pedir que ele vá fumar lá fora, ao relento?
Algumas coisas (boas) poderão conseguir com isso:
* Ajudar no combate ao tabagismo começando em casa;
* Diminuir o consumo de drogas em casa;
* Diminuir a própria incidência em adquirir um câncer, como fumante passivo;
* Obter, com a exclusão do cigarro, um corpo e um ambiente mais perfumado;
* Ajudar na economia doméstica (vai sobrar dinheiro);
* Receber beijo na boca do seu parceiro(a) com gosto de beijo e não com gosto de cinzeiro; além de outras cositas más.
Bem, as coisas ruins que poderemos obter são poucas. Precisa-se só de perseverança, para aguentar o mau humor do fumante repreendido, mas isso você aguenta,não é mesmo? E tudo por um mundo perfumado!!!

SAÚDE E PAZ
Vania Viana
14.07.2010

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